Era uma vez, Maquiavel no liquidificador
Na observação simples do domínio do Sol sobre a Terra na tarde que cai, vê-se o brilhar intenso da peça que ilustra a cabeça e ornamenta um título, a coroa polida e cravada de pedras preciosas. A Figura dada a apreciação imaginária de contos que constroem a figura de um ente que ocupa a cadeira e pressupõe a consolidação do poder, o Príncipe, que servirá a manter-se a soberania de um arranjo que se fará compreendido como o Estado. O príncipe caminha vagarosamente por uma estrada de inquietações e turbulências, não para resgatar a donzela perdida e dar-lhe um beijo de “amor verdadeiro”. A única donzela em perigo é o poder e as suas ramificações complexas. O príncipe tem alguns caminhos distintos para beijar o poder e deitar-se no seu leito tendo orgasmos triunfantes na sua tão desejada soberania e Maquiavel descreve e exemplifica esses caminhos que de longe são o mais romântico conto de fadas. O domínio e o poder do príncipe podem vir com o sangue ou ...